Tomate, a cara da Itália

O tomate hoje em dia é fundamental, mas a fruta já foi jogada literalmente na fogueira.

Isso porque muito antigamente, quando ainda se acreditava em certas feitiçarias, achavam que ele era venenoso por se assemelhar à mandrágora, planta na época apelidada como “maçã do diabo” por provocar supostos efeitos afrodisíacos.

Lendas à parte, o tomate é uma fruta e é parente da berinjela, das pimentas, dos pimentões e também, acredite, das batatas. Existem algumas teorias sobre suas origens, mas ele começou a ser cultivado nas Américas do Sul e Central. Uns dizem que os primeiros a gostar foram os incas do Peru; outros já acham que quem colocava a fruta na salada eram os mexicanos. O fato é que ele já era consumido bem antes de Colombo chegar por aqui.

A fruta foi enviada à Europa lá pelo século XVI e os primeiros registros em receitas que se têm notícias são da espanhola Sevilha. Quando chegou à Itália, começou a ser chamado de pomo d’oro, pois as primeiras espécies exportadas pareciam maçãs douradas. Os italianos se apaixonaram tanto pela maravilhosa combinação de suculência, doçura e acidez que o tomate até hoje é a cara da Itália.

E é da Itália que vem os produtos atomatados que a Paganini traz ao Brasil. São eles:

Polpa de Tomate

Polpa de tomate com manjericão

Tomates Pelados

Tomates Pelados em Cubos

Pomodorini Tomate Cereja Paganini (com pele)

Molho de Tomate Al Basilico (Manjericão)

Molho de Tomate All’ Arrabiata (Pimenta Vermelha)

Molho de Tomate Alla Puttanesca

Molho de Tomate ai Funghi

 

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